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Homem morre após carreta desgovernada atingir carro e cair em ribanceira
Publicado em 17/06/2020 16:06

Caminhão carregado de cerveja ainda atravessou a pista, a 100 metros da curva do shopping Ponteio, e atingiu mureta de proteção.

(Foto: Cristiane Mattos/O Tempo)

Um homem de 43 anos morreu em um grave acidente na MGC-356, antiga BR-356, altura do bairro Santa Lúcia, região Centro-Sul de Belo Horizonte, na madrugada desta quarta-feira (17). De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, uma carreta carregada com cerveja seguia no sentido centro quando o motorista perdeu o controle da direção, atingiu a mureta de proteção, invadiu a contramão e bateu em um carro, que era conduzido por Welerson Ângelo Estanislau Paggio. Ele morreu na hora.

O acidente aconteceu entre o posto Ale e a curva do Ponteio Lar Shopping. "A informação que o caminhoneiro passou para o nosso militar foi que ele perdeu o freio. Provavelmente, ele errou o trajeto, provavelmente teria que ter descido o Anel Rodoviário, mas entrou nesse trecho, que não é proibido para caminhões. A proibição é um quilômetro abaixo na esquina com a Patagônia", explicou o tenente André Muniz, da Polícia Militar Rodoviária.

Com o impacto da batida, a carga esparramou na pista e os dois veículos caíram em uma ribanceira de aproximadamente sete metros de altura. Cinco viaturas do Corpo de Bombeiros foram deslocadas para o local. O motorista da carreta estava preso às ferragens.

"Quando chegamos ao local não existia testemunha, apenas o pessoal da polícia fazendo guarda do local e havia rumores de um terceiro veículo, mas não foi constatado nada. Como a carreta caiu do barranco, ela foi amassando a vegetação em um movimento que deu a entender que existia um outro carro", detalhou a tenente Mônica Maertens, do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros.

Vítimas

Segundo a militar, a morte de Paggio foi constatada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Já o motorista do veículo maior, de 42 anos, teve ferimentos leves e uma luxação no joelho esquerdo "A gente teve que desencarcerar o veículo para conseguir retirar o motorista. Ele foi levado consciente para o Hospital de Pronto Socorro João XXIII. Apenas a perícia vai saber afirmar melhor a dinâmica do acidente", explicou Mônica.

Paggio, de acordo com a polícia, estava no fim do turno de trabalho. Ele era, ainda segundo a corporação, supervisor de segurança em uma empresa de segurança e vigilância no bairro Estoril, na região Oeste da capital mineira.

A reportagem de O TEMPO foi até o local, mas foi informada por um recepcionista que nenhum responsável pela empresa desceria do prédio para comentar o caso. A reportagem também tentou um contato pelo e-mail disponibilizado no site, mas não obteve retorno.

Velocidade

No trecho do acidente a velocidade máxima permitida é 60 km/h. Cerca de 150 metros depois da ribanceira em que os veículos caíram há um radar. "Os veículos estavam com a documentação em dia. A carreta, com placa de Petropólis, no Rio de Janeiro, tinha como destino a cidade de Contagem. Esse é mais um indício que o motorista pode ter errrado o caminho. Não sabemos em qual local a carga seria descarregada e qual era o peso total dela", disse o policial.

Consumo de cerveja

Enquanto o local do acidente estava isolado e a perícia e rabecão eram aguardados para a remoção do corpo da vítima, a reportagem flagrou algumas pessoas consumindo latas de cerveja que ficaram espalhadas na pista. Ao menos três homens consumiam a bebida quente, conversavam e, em alguns momentos, ainda riam entre eles.

Catadores de materiais recicláveis se arriscaram nas pistas para o recolhimento de latas vazias. "Isso aqui é para trabalho. O pessoal da prefeitura vai jogar tudo fora", se limitou a dizer uma catadora, que não quis se identificar.

"Algumas pessoas foram até a ribanceira e solicitamos apoio do 22º Batalhão para que a carga não fosse saqueada. Depois de todos os trabalhos, a empresa liberou que as pessoas pegassem os produtos. Não houve nenhum conduzido pelo saque", afirmou o tenente Muniz.

Trânsito

Devido ao acidente, por mais de duas horas, apenas uma pista em cada sentido ficou liberada, o que provocou retenção no trecho. O trânsito foi liberado após a limpeza total da pista.

Fluxo de veículos

Conforme dados de uma empresa de publicidade que tem uma câmera instalada próximo ao local do acidente, para monitorar o número de carros que passam no trecho, entre o dia 14 de fevereiro e 5 de maio deste ano, 2.418.470 veículos passaram pelo local no sentido Rio de Janeiro.

Fonte: Carolina Caetano – O Tempo

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