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Incêndios se alastram por Minas e calor e tempo seco dificultam combate
Publicado em 02/10/2020 11:10

Militares precisam encarar clima, regiões de difícil acesso e equipamentos pesados para acabar com as chamas.

(Foto: Divulgação/CBMMG)

Os incêndios que se alastram por Minas Gerais continuam dando trabalho para o Corpo de Bombeiros e preocupando moradores de diferentes regiões. A semana começou com quase mil hectares de vegetação destruídos e as chamas ainda não deram trégua: apenas entre meia-noite e 17h30 de hoje (1º), os bombeiros receberam 68 chamados relativos a incêndios florestais – tudo isso apenas na região metropolitana de BH.

 

Além disso, há aqueles que começaram há dias e ainda não foram controlados. É o caso do incêndio na Serra do Cipó, na região Central de Minas – o que mais mobiliza a corporação até o momento. As chamas começaram na última segunda (28) e continuam dando trabalho para os bombeiros. Hoje, as 89 pessoas – entre bombeiros, policiais, brigadistas, administradores e voluntários – e duas aeronaves mobilizadas no combate ao fogo chegaram ao local às 5h e encerraram as atividades por volta das 19h.

 

Trabalho difícil

De acordo com o tenente Pedro Aihara, além de ser um incêndio de grandes proporções, há ainda diversos outros fatores que dificultam a operação. “A área do parque é muito grande, existem vários focos espalhados por toda a região e, além disso, é um trabalho extremamente manual. O relevo da região é extremamente acidentado e o deslocamento é difícil, porque existem alguns obstáculos como árvores e pedras. Além disso, os militares têm que percorrer longas distâncias carregando equipamentos pesados”, explica.

 

As altas temperaturas também não facilitam, conforme Aihara: “É uma temperatura muito alta, a gente chega a temperaturas próximas às linhas de fogo que ultrapassam 70ºC, 75ºC e isso, evidentemente, desgasta bastante o militar”. Ao fim dos trabalhos, a corporação garantiu que os militares conseguiram um avanço significativo ao longo do dia, mas ainda não há previsão para o término da operação.

Fonte: Giovanna Fávero - Bhaz

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