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Operação Exposed resulta em prisões por estupro de vulnerável em BH
Publicado em 25/09/2020 11:09

A Polícia Civil prendeu três suspeitos por abusos sexuais.

(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Nesta quinta-feira (24), a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu três suspeitos por abusos sexuais, ocorridos em 2018 e 2020, na capital. As vítimas dos crimes são um menino, de três anos, e duas adolescentes, de 12 e 13 anos.

 

Essa foi a segunda fase da operação Exposed, sendo que na primeira, foram presos cinco suspeitos por abusos sexuais. Nessa última etapa, os policiais civis cumpriram três mandados de prisão preventiva, e três de busca e apreensão em casas de suspeitos por envolvimento em crimes de estupro de vulnerável – contra menores de 14 anos.

 

 

A chefe da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), delegada Iara França, destacou a importância dessas prisões. “Os três mandados referem-se ao cumprimento de prisão preventiva contra três homens, um de 19 anos, um de 53, e outro com 39. Eles foram presos nos bairros Tupi, Vila Mariquinhas e Paulo VI”, detalhou.

 

Crimes

O delegado Diego Lopes, que coordenou as investigações, revelou que o caso envolvendo o suspeito de 19 anos, tornou-se de conhecimento da polícia após denúncia feita em uma rede social com a hashtag “Exposedbh”.

 

“O primeiro caso é o de uma adolescente, de 12 anos, que teria mantido relação sexual com um adolescente e com um maior de idade. No momento, não podemos afirmar que essa relação foi consentida ao não. Contudo, como a vítima tem 12 anos, isso é insignificante, uma vez que a lei determina que os indivíduos, sejam homens ou mulheres, só podem consentir a prática de ato sexual a partir de 14 anos”, explicou.

 

 

O delegado ainda acrescentou que o suspeito, além da prática sexual com a adolescente, pode responder por outros dois crimes. “O ato foi gravado pelo suspeito preso e depois compartilhado em redes sociais. Esse fato teve exposição na região onde moram, e uma repercussão negativa para a vítima. Além do crime de estupro de vulnerável, ele vai responder por produção de pornografia infanto-juvenil e por seu compartilhamento”.

 

Ainda de acordo com o delegado, o segundo caso apresentado refere-se ao do suspeito de 53 anos, que teria abusado de um menino de três anos de idade, na Vila Mariquinhas, em 2018. “O suspeito trabalhava de pedreiro para a mãe da vítima e, no dia do crime, levou a criança para a casa dele para cometer o abuso. No dia do crime, ele chegou a ser preso. Com o avanço das investigações, a Justiça concedeu o mandado de prisão preventiva, que foi cumprido”, relatou.

 

 

O terceiro caso narrado é o do pai, de 39 anos, que teria abusado da própria filha. Segundo o delegado, “Os fatos ocorreram em março deste ano, quando a vítima ainda tinha 13 anos. Ela procurou ajuda e contou para a mãe apenas na semana passada. Ele teria mantido relação sexual com a vítima e a ameaçou ao longo desse período, para que ela não contasse nada. Ele ainda desenvolveu uma mentalidade possessiva em relação a ela”.

 

#Exposedbh

A delegada Iara França reconhece a importância da #exposedbh, assim como das redes sociais, como ferramenta de encorajamento das mulheres para denunciar os abusos. “As redes sociais, principalmente nesse período de pandemia, são aliadas da polícia. Às vezes, as vítimas estão tolhidas de sua liberdade e têm que encontrar alguma forma de fazer a denúncia chegar às autoridades. Os adolescentes utilizam as redes sociais para que essas denúncias cheguem. De qualquer forma, o objetivo é fazer a denúncia chegar, seja por redes sociais, Conselho Tutelar, Polícia Militar, e da forma que chegarem elas serão apuradas”.

 

O nome da operação foi escolhido em razão da repercussão de um perfil de rede social, com o mesmo nome, criado para que mulheres divulguem abusos sofridos e se apoiem, estimulando a denúncia formal às autoridades.

Fonte: Redação Bhaz

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