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Vigia suspeito de simular sequestro da família em Minas é indiciado
Publicado em 24/09/2020 11:09

Segurança de banco queria pegar o dinheiro do cofre como resgate com a intenção de ficar com o valor; outros sete suspeitos foram presos.

(Foto: Divulgação / PCMG)

A PCMG (Polícia Civil de Minas Gerais) indiciou um segurança de banco suspeito de ter planejado o sequestro da mulher do e do próprio filho para forçar o gerente do banco a pagar o resgate. O caso aconteceu em junho deste ano em Luz, cidade a 197 km de Belo Horizonte.

 

O segurança confessou ter arquitetado o crime e foi preso em flagrante. Outras seis pessoas, incluindo o genro do vigilante, foram presas por suspeita de envolvimento com o crime. Um sétimo suspeito já estava detido por relação com outro crime.

 

Sequestro

O caso aconteceu em Esteios, distrito de Luz, cidade da região Central de Minas. Na época, a Polícia Civil atendeu um chamado de sequestro e foi até o local. O vigilante informou que dois sequestradores haviam invadido sua casa e feito a mulher e o filho reféns. Os supostos sequestradores teriam ordenado que ele fosse até a agência e pegasse todo o valor que se encontrava no cofre para o pagamento do resgate.

 

Um cúmplice dos sequestradores foi até a agência acompanhado do segurança. Ele teria mostrado ao vigilante e ao gerente do banco imagens dos familiares sendo ameaçados. A dupla tentou abrir o cofre, mas o dispositivo de segurança do banco não permitiu. Com isso, o sequestrador teria desistido e fugido do local.

 

Segundo a delegada Fabíola Oliveira, esse crime é conhecido como “sapatinho” e tem se tornado comum nos últimos anos, mas o sequestro de familiares de um dos envolvidos foi uma novidade. A delegada deu detalhes do caso e disse que cada suspeito tinha uma participação bem definida na execução do crime.

 

— Alguns entraram no banco, outros deram suporte em locais próximos e outros foram atrás de comparsas para a empreitada. Eles fizeram tudo parecer um sequestro de verdade, inclusive retirando os familiares da casa e levando-os para um canavial.

 

Os suspeitos foram indiciados por extorsão mediante sequestro e, caso sejam condenados, poderão ficar até 15 anos na prisão.

Fonte: Célio Ribeiro - R7 Minas Gerais

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