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Seguranças são condenados por morte de fisiculturista em boate de BH
Publicado em 26/08/2020 13:08

Seguranças foram condenados a 16 anos de prisão.

(Foto: Reprodução/Facebook + Raul Machado/TJMG)

Dois seguranças foram condenados a 16 anos de prisão pela morte do fisiculturista Allan Guimarães Pontelo, de 25 anos. Ele faleceu em 2017, após ser estrangulado dentro da casa de shows Hangar 677, no bairro Olhos D”Água, na região do Barreiro. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso.

 

A audiência, que teve início na última segunda (24), chegou a ser postergada ontem (25), após o advogado de defesa dos seguranças, Erico Quaresma, ser hospitalizado (relembre aqui). O júri popular, com mais de 24h de duração, terminou na madrugada desta quarta (26).

 

O Conselho de Sentença entendeu que os dois seguranças foram responsáveis pela morte de Allan. Eles levaram a vítima para uma área restrita da boate para uma “revista” à procura de drogas.

 

Outros dois envolvidos no caso, que também seriam julgados nesse mesmo júri, tiveram o processo desmembrado [serão julgados em outra oportunidade]. No caso de um deles, o advogado de defesa apresentou problemas de saúde, e a sessão foi adiada para o dia 29 de setembro. O outro conseguiu um recurso judicial no ano passado e ainda aguarda data para o julgamento.

 

Interrogatório

No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas 14 testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa. O promotor Cristian Lúcio da Silva representou o Ministério Público. Atuou também o advogado Geraldo Magela de Lima, como assistente da acusação. Ambos os réus foram defendidos pelo advogado Ércio Quaresma.

 

No interrogatório realizado na terça, os dois réus deram versões semelhantes, ressaltando que apenas davam suporte aos seguranças – policiais militares a serviço da boate – e que coibiam o uso e venda de entorpecentes na casa noturna. Disseram que abordaram o fisiculturista no banheiro e o deixaram à disposição dos seguranças. Falaram também que imobilizaram a vítima, após um dos réus dar voz de prisão a ele por causa das drogas escondidas em seu corpo. A versão, no entanto, não foi aceita pelos jurados.

 

O crime

De acordo com a denúncia oferecida pelo MPMG (Ministério Público de Minas Gerais), em 2 de setembro de 2017, Allan Pontelo foi abordado no banheiro da boate Hangar por dois seguranças, que o acusaram de estar traficando drogas.

 

Allan foi conduzido para uma área restrita e, ao resistir à revista, foi espancado até a morte por dois seguranças. Os demais réus respondem por ter dado apoio à ação. O laudo de necropsia apontou “asfixia mecânica por constrição extrínseca do pescoço” como causa da morte.

 

A defesa dos seguranças alega que o rapaz estava drogado e vendia entorpecentes no local e que, por isso, precisou ser contido. Familiares negam a versão e afirmam que a substância encontrada com Allan foi “plantada” pelos seguranças da boate.

 

Família cobra justiça

Em uma página criada nas redes sociais, a família de Allan cobrava por Justiça no caso. No início do ano, os familiares espalharam outdoors em pontos da capital pedindo a resolução do caso.

 

Hoje, após o fim do primeiro julgamento, Dênio Pontelo, pai do fisiculturista, comemorou a decisão em uma postagem. “Graças a Deus que os dois seguranças foram condenados a 16 anos e seis meses de cadeia e que as drogas não eram do meu filho”, escreveu.

Fonte: Rafael D”Oliveira - Bhaz

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