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Suspeito de matar advogada a facadas no Betânia vai a júri popular em BH
Publicado em 14/08/2020 14:08

Acusação espera pela condenação e que ele não recorra em liberdade, pois familiares da vítima estariam recebendo ameaças do homem mesmo dois anos após o crime.

(Foto: João Leus)

Um homem suspeito de matar a facadas a ex-companheira após uma discussão, em julho de 2018, no bairro Betânia, região Oeste de Belo Horizonte, vai a júri popular nesta sexta-feira (14), no Fórum Lafayette. A vítima, a advogada Monalisa Camila da Silva, 35, teria sido morta dentro do escritório em que trabalhava por Flávio Santos da Silva, 38, com quem teve um relacionamento de 15 anos. O homem confessou a autoria do crime.

 

De acordo com a advogada da mulher, Nicole Gásparo, o objetivo da acusação é de que ele seja condenado pelo crime. “A nossa expectativa é de que ele seja condenado e pegue uma pena de no mínimo 12 anos e no máximo 30”, disse a advogada.

 

A briga do casal, que resultou na morte da advogada, teria começado porque o homem foi até o escritório para pedir dinheiro emprestado e, após a vítima negar o empréstimo, ele começou a tirar satisfações com ela sobre uma festa que ela teria ido dias antes, mesmo após o término do relacionamento. Durante a discussão, ele teria proferido as facadas. De acordo a advogada da vítima, o autor é violente e desde a época tem feito ameaças à mãe de Monalisa, por acreditar que ela teria sido a responsável pelo fim do relacionamento do casal.

 

“As ameaças continuaram, dentro do presídio não tem como, mas agente descobriu uma página no facebook que ele mantinha lá de dentro. A família ainda tem muito medo dele ser solto e a gente continua pedindo para mantê-lo preso, independente a condenação. Já que a defesa deve pedir para ele recorrer em liberdade. As ameaçadas dizem que o dia dele vai chegar, as ameaças são mais ou menos dessa forma. A Família tem medo dele sair e vir atrás da mãe dela, fazer a vingança que ele disse que ia fazer”, explica.

 

Ainda segundo a advogada, o casal tem um filho, que atualmente tem 14 anos e mora com a avó. Dez dias antes de ser morta pelo ex-marido, Monalisa Camila da Silva havia conseguido medida protetiva na Justiça contra o ex-companheiro.

 

A reportagem de O Tempo ainda não conseguiu contato com a defesa do acusado.

 

Basta

 

Em janeiro de 2019, seis meses após o crime, cerca de 30 familiares da advogada Monalisa Camila da Silva fizeram um protesto em Frente ao Fórum Lafayette, no Barro Preto, região Centro-sul de Belo Horizonte, durante a audiência de instrução do caso. Vestidos com camisas com foto da advogada e carregando placas com frases como “basta de violência”, eles fizeram um protesto silencioso no local.

 

Silva foi preso no dia morte de Monalisa, após confessar ter atacado a ex-mulher a facadas. Segundo testemunhas, o suspeito nunca trabalhou, fazia uso de bebidas alcoólicas e era usuário de drogas, o que teria motivado a separação do casal.

 

Descontente, o acusado fez diversas ameaças à vítima. Esse comportamento levou Monalisa a denunciar o comportamento agressivo de Silva à polícia.

 

Retomada do Júri

 

O Fórum de Belo Horizonte retomou na última quarta-feira (12), os julgamentos com júri popular. As sessões estavam suspensas devido a pandemia de coronavírus. A expectativa é de que a retomada das pautas do 1º e do 3º Tribunais do Júri sejam retomadas gradativamente durante este mês. De acordo com a assessoria de imprensa do Fórum Lafayette medidas de segurança e proteção contra o coronavírus foram adotadas para a realização das sessões.

 

Ao todo, sete jurados que compõem o Conselho de Sentença irão acompanhar o julgamento da plateia, para manterem entre si o devido distanciamento de dois metros. Na área à frente do plenário, juiz, escrevente, acusação e defesa também serão dispostos de forma a garantir o afastamento necessário.

 

O Fórum informou que também serão disponibilizados equipamentos de proteção facial e álcool em gel para as pessoas que estiverem presentes no plenário. Durante toda a sessão será obrigatória a utilização da máscara de proteção respiratória, e será recomendada a higienização das mãos constantemente.

 

Advogados, testemunhas e familiares terão acesso ao salão do Tribunal do Júri do Fórum Lafayette pela portaria da Av. Augusto de Lima. Para entrar no fórum, todas as pessoas serão submetidas a aferição de temperatura e avaliação de sintomas de doenças contagiosas.

 

As portarias que regulamentam o retorno gradual das atividades preveem a entrada de cinco pessoas para assistir a sessão de julgamento, priorizando os familiares do réu e da vítima.

 

As refeições serão servidas individualmente, em recipientes e com talheres descartáveis. Um profissional da limpeza estará presente durante todo o julgamento para fazer a limpeza das superfícies tocadas pelos participantes.

 

A plataforma de videoconferência Cisco Webex, fornecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), somente será utilizada para a oitiva de testemunhas, caso acusação e defesa concordem e o juiz aprove. O sistema não será utilizado para a transmissão dos julgamentos presenciais ao público externo.

 

De acordo com a assessoria do Fórum Lafayete, o 1º, o 2º e o 3º Tribunais do Júri de Belo Horizonte possuem salões com ambientes ventilados. Já o espaço do 4º Tribunal do Júri está sendo modificado, de modo a garantir um ambiente mais ventilado. A previsão é de que o 2º e o 4º Tribunais do Júri retomem os trabalhos em setembro.

Fonte: Bruno Menezes - O Tempo

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