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“Don Juan” e amante são presos após assassinato de uma das namoradas dele em BH
Publicado em 12/08/2020 13:08

Investigado deixava a mulher com quem era casado no interior e mantinha ao menos outros cinco relacionamentos extraconjugais na capital, segundo a Polícia Civil.

(Foto: Cristiane Mattos)

Apaixonada pelo namorado, uma mulher de 42 anos sonhava em dar mais um passo na relação e ir morar junto com o companheiro, de 53, no bairro Conjunto Felicidade, região Norte de Belo Horizonte. No entanto, ela não imaginava que o homem já fosse casado e que ainda mantinha outras quatro amantes. A insistência dela para um compromisso mais sério foi a justificativa para que ele arquitetasse o assassinato da vítima. O crime contou com a participação de uma segunda namorada do investigado, conforme informou a Polícia Civil em coletiva na manhã desta quarta-feira (12).

 

A vítima, que não teve o nome divulgado, foi morta no dia 6 de setembro do ano passado. "Ela e o investigado trabalhavam no mesmo hospital, sendo a vítima como auxiliar administrativo e ele segurança. A vítima tinha a esperança de manter um relacionamento sério e mudar para casa do investigado, coisa que ele não queria já que tinha um histórico de ter muitas mulheres. E para ele, a vítima estaria muito no pé e ele queria “eliminar” esse problema", explicou a delegada Ingrid Estevam, do Núcleo Especializado de Investigação de Feminicídio do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

 

Para colocar o plano em prática, o homem de 53 anos contou com a ajuda de uma outra namorada, uma idosa de 60 anos. Com ela, o "Don Juan" já estava há dez anos.

 

"Essa mulher já estava em contato com a vítima há alguns dias, tentando ganhar a confiança, falando que precisavam conversar. No dia do crime, elas se encontraram na casa do homem, onde aconteceu a execução. A vítima foi espancada, asfixiada e teve os pés e mãos amarrados. Depois o corpo foi deixado na porta da casa do homem", detalhou a policial.

 

Álibi

 

O homem não estava presente na hora do crime. O suspeito sabia que no dia era a folga da vítima, mas ele foi trabalhar para criar um álibi.

 

Quando ele chegou no imóvel após a jornada de trabalho, a polícia já estava na porta da casa, questionou se ele conhecia a vítima e a resposta foi negativa. Em seguida, ele foi para a cidade de Bom Jesus do Amparo, na região Central do Estado, onde morava a companheira "oficial" e ficou por uns dias. A mulher casada não sabia da vida dupla do marido.

 

"A investigada teria contado com a ajuda de outra pessoa para cometer o crime. Teve luta corporal dentro da casa, pelo porte físico ela não conseguiria fazer tudo sozinha. No entanto, essa outra pessoa ainda não foi identificada", explicou Ingrid.

 

Os dois suspeitos foram presos na última quinta-feira (6). O homem não apresentou nenhuma versão para os fatos. Já a idosa confessou o crime.

 

Suspeita alega ter sido coagida

 

Em depoimento, a mulher, que trabalha na área de serviços gerais, confessou o crime, mas alegou ter sido coagida pelo namorado.

 

"Ela conta que o investigado afirmou que os problemas dos dois acabariam. Ela alega que foi movida pela paixão e resolveu participar, mas pensou que seria só um “susto” porque o homem dizia que colocaria a vítima no “caminho da roça”. Mesmo assim, ela alega que não imaginava que ocorreria a morte. Mas as circunstâncias são evidentes que ela sabia que o objetivo era a execução", explicou a delegada.

 

Prisão temporária

 

O casal foi preso temporariamente, mas a polícia vai pedir a conversão para prisão preventiva. Eles não tinham antecedentes criminais.

 

Denuncie

 

Caso alguém tenha informações da segunda pessoa que participou do crime pode denunciar pelo telefone 181 ou (31) 3478-7500. O denunciante não precisa se identificar.

Fonte: Carolina Caetano - O Tempo

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