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PM intensifica ações de fiscalização no combate ao uso de cerol e linha chilena em Belo Horizonte
Publicado em 10/08/2020 14:08

(Foto: Agência Pará/ Divulgação)

Crianças sem aulas por causa da pandemia, mais motociclistas nas ruas pelo aumento na demanda do serviço de delivery, ventos fortes do mês de agosto: uma combinação bastante perigosa, que pode gerar graves acidentes e até mortes se relacionado ao uso proibido da linha chilena e do cerol na hora de soltar pipas e papagaios.

 

Por isso, a Polícia Militar intensificou os esforços no cumprimento da lei que pode salvar vidas e evitar transtornos, como explica a chefe da sala de imprensa da PM capitão Layla Brunella.

 

“É um mês que a gente terá um uso maior, uma brincadeira feita com maior frequência, mas desde o ano passado há uma lei estadual que prevê a aplicação de multa que varia de R$ 3590 até R$ 179 mil no caso de reincidência, dependendo da gravidade da situação, e proíbe desde o comércio até o uso.”

 

Em caso de crianças serem pegas usando cerol ou linha chilena, os pais podem ser responsabilizados. Nesse caso também há a aplicação de multa e o Conselho Tutelar é informado, para fazer o acompanhamento da criança.

 

A Itatiaia saiu às ruas e conversou com motoqueiros sobre os riscos desta época. Igor Geraldo da Silva Lopes, 22 anos, trabalha como motoboy e diz que nunca foi atingido, mas conhece colegas que “passaram aperto”.

 

Winter Gabriel, de 20 anos, também é motoboy e disse que é preciso de conscientização da população, já que os motociclistas dependem disso para trabalhar. “O motoboy depende disso e Deus me livre guarde corta o pescoço ou então perde a vida, como é que fica a família? Como é que fica a situação? Estou começando de motoboy por agora, mas já estou providenciando o mais rápido possível [uma antena] para evitar de acontecer um acidente grave.”

Fonte: Cléver Ribeiro - Rádio Itatiaia

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