Home | Plataforma CSCS | Webmail | Documentos | Dúvidas Frequentes | Facebook | Instagram | Fale Conosco
HOME | INSTITUCIONAL | ASSOCIE-SE JÁ! | SERVIÇOS OFERECIDOS | HOTÉIS DE TRÂNSITO | REGIONAIS | POUSADAS | CASA DE APOIO | PROTEÇÃO AUTOMOTIVA | JURÍDICO | FALE CONOSCO | CSCSTV (vídeos)
img

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

img

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Nome:
Email:
Confirme seu cadastro:
Nome:
(DDD)
Confirme seu cadastro:
Operação é realizada em Patos de Minas contra empresas de exportação e importação de pedras preciosas
Publicado em 21/07/2020 16:07

Ação chamada de “A Incomparável do Abaeté” se refere a pedra preciosa extraída de garimpo no Centro-Oeste do estado. Polícia e Receita Federal, juntamente com a Procuradoria da Fazenda Nacional combatem lavagem de dinheiro, sonegação e evasão de divisas; mala com R$ 1 milhão foi encontrada.

(Foto: Receita Federal/Divulgação)

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta terça-feira (21), em Patos de Minas, pela Receita Federal, Procuradoria da Fazenda Nacional e Polícia Federal (PF) durante a Operação "A Incomparável do Abaeté", que recebeu o nome devido a uma pedra preciosa extraída de um garimpo no município que fica na região Centro-Oeste do estado.

 

Os alvos são sócios de empresas do ramo de importação e exportação de diamantes e pedras preciosas. Entre eles o empresário Gilmar Campos, que foi detido, pois uma arma de fogo foi encontrada na casa dele. O advogado de defesa falou para o MG1 que vai se pronunciar após analisar os documentos.

 

Uma mala com R$ 1 milhão também foi apreendida após a Receita Federal ter seguido pistas e os oficiais a encontrarem no quintal de uma residência vizinha de onde ocorria a operação.

 

O objetivo da ação é combater lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Os envolvidos também são investigados pela Polícia Federal por comércio de pedras preciosas extraídas de garimpos ilegais no país.

 

Segundo informações da PF de Belo Horizonte, que comanda a operação, o grupo teria dissimulado patrimônio obtido em atividades ilícitas e remetido valores ao exterior de forma ilegal.

 

Busca e apreensão

Segundo o delegado da Receita Federal, Valtair Soares Ferreira, os cinco mandados de busca e apreensão foram feitos em duas residências, duas empresas e um escritório contábil.

 

Foram apreendidos documentos, computadores e celulares, que serão levados para a Receita Federal em Uberlândia. E também dinheiro e pedras preciosas que serão depositados na Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. O balanço total de valores deve ser divulgado ao final do dia.

 

As autoridades buscam reunir elementos de prova sobre evasão de divisas e lavagem de dinheiro, além de identificar patrimônio dos envolvidos, em especial, em nome de terceiros, no país e no exterior, para garantir o pagamento de vultosa dívida tributária com a União, além de identificar a continuidade da prática de sonegação fiscal comandada por grupo econômico familiar.

 

O procurador da Fazenda Nacional, Luiz Felipe Correia Moreira, contou que os alvos já respondiam por vários processos e os valores devidos à União são em torno de R$ 60 milhões.

 

“Existe a perspectiva de recuperação de valores e créditos devidos à União Federal, mas no decorrer das investigações, foram identificadas práticas criminais, como evasão de divisas, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e contrabando. O trabalho então evoluiu para que fizéssemos essa busca e apreensão para recuperar valores e investigar estes delitos”

 

Investigação

As investigações, conforme a PF, tiveram início em maio de 2018, quando os principais sócios das empresas foram identificados.

 

A Receita Federal explicou a forma como a empresa familiar agia. Entre 2000 e 2019, o grupo econômico em Patos de Minas sofreu diversas autuações do Fisco federal por sonegação de rendas geradas na atividade de comércio de pedras preciosas.

 

Em decorrência de diversos artifícios, tais como remessas ilegais de grandes quantias ao exterior, uso de empresas de fachadas situadas no exterior, lavagem de dinheiro, e utilização de interpostas pessoas para ocultação de valores ilegalmente recebidos pelos envolvidos, o grupo tem conseguido dissimular a ocorrência da obrigação tributária e ocultar e blindar o patrimônio.

 

Com isso, os empresários deixam de recolher para os cofres da União dívida superior a R$ 60 milhões, e ainda têm continuado a agir nesse esquema criminoso de sonegação.

 

Exterior

O procurador da Fazenda Nacional, Luiz Felipe Correia Moreira, disse também que a operação tem também desdobramento no exterior.

 

Nome da operação

A Operação "A Incomparável do Abaeté" recebeu esse nome como referência a uma pedra preciosa, um diamante rosa, que foi extraída nos anos 90 de um garimpo de propriedade dos envolvidos no esquema criminoso de evasão fiscal, localizado na cidade de Abaeté, no Centro-Oestes de Minas, e avaliada, na época, em mais de US$ 30 milhões.

Fonte: Vanessa Pires, G1 Triângulo e Alto Paranaíba e MG1

Foto: Receita Federal/Divulgação
Foto: Receita Federal/Divulgação
Foto: Receita Federal/Divulgação
Redes Sociais
Centro Social dos Cabos e Soldados PM/CBM-MG - Rua Dom Oscar Romero, nº 500 - Belo Horizonte - Minas Gerais
Central de atendimento ao Sócio cscs@cscs.org.br | Fone Sede Social: (31) 3371-6563
© 2020 | Assessoria de Comunicação - CSCS PMCBM-MG