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Caso Miguel: Ex-patroa da mãe é indiciada por abandono de incapaz
Publicado em 02/07/2020 18:07

Criança que estava sob cuidados de Sarí Côrte Real morreu ao cair do 9º andar de um prédio em Recife.

(Foto: Reprodução/ Facebook)

A Polícia Civil de Pernambuco indiciou por abandono de incapaz, nesta quarta-feira (1), Sarí Côrte Real, ex-patroa da mãe de Miguel Otávio, de 5 anos, que morreu no dia 2 de junho após cair do 9.º andar de um prédio em Recife (veja mais aqui). Segundo as investigações, mesmo não tendo a intenção de matar o garoto, Sarí, intencionalmente, o deixou no elevador do edifício.

 

O acidente ocorreu quando a mãe do menino, Mirtes Renata, desceu para passear com o cachorro da empregadora. Miguel teria ficado aos cuidados de Sarí Côrte Real, que estava acompanhada, ainda, de uma manicure. Segundo as autoridades locais, o menino sentiu falta da mãe e teria começado uma busca por ela.

 

Sarí chegou a ser detida no dia do crime e foi autuada por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. No entanto, pagou uma fiança de R$ 20 mil e foi liberada.

 

O delegado Ramon Teixeira, responsável pelo caso, informou durante coletiva de imprensa transmitida pela internet, que as investigações mostraram que Sarí abandonou a criança de maneira consciente e dolosa. “Ela permite consciente e livremente o fechamento da porta. Porém, o resultado da morte poderia ter acontecido não apenas pela queda, mas por várias outras possibilidades de risco no prédio”, explica.

 

“A criança, da qual a gente tanto falou, tinha 5 anos de idade, ela sequer poderia ficar desacompanhada no elevador”, completou o delegado.

 

O perito André Amaral, que também participou da entrevista, disse que o laudo do IC (Instituto de Criminalística) confirma que o caso foi um acidente e que não houve interferência de nenhuma outra pessoa na morte do garoto.

 

O crime de abandono de incapaz tem pena prevista de quatro a 12 anos de reclusão. Agora o caso segue para o Ministério Público, que pode modificar o tipo penal. Sarí só será considerada réu caso a denúncia oferecida pelo MPPE seja aceita pela justiça.

Fonte: Marcela Gonzaga - Bhaz

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