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Polícia estoura comércio “gourmet” de maconha em São Tomé das Letras
Publicado em 22/06/2020 18:06

(Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Comércio “gourmet” de maconha e skunk com “empreendedorismo” na venda de sementes para plantação da droga. Esse era o negócio de um grupo desmantelado pela Polícia Civil em São Tomé das Letras. Através do setor de inteligência para combate ao tráfico de entorpecentes, a Segunda delegacia do DENARC chegou até o grupo que realizava o comercio de semestres de maconha através do Instagram, como se fosse uma espécie de loja online.  A operação foi realizada na última quinta-feira (18) quando dois indivíduos de 25 anos foram presos em flagrante na localidade onde era realizado o plantio e processo de secagem e cristalização da planta para comercialização da droga. A quantidade de sementes apreendidas pela polícia seria suficiente para o plantio de dois campos de futebol e a quantidade de plantas o suficiente para produzir de 300 a 4000 kg de maconha prensada.  De acordo com as investigações, um dos suspeitos, natural de São Paulo, já foi condenado pelo Tribunal de Justiça daquele estado a mais de sete anos de reclusão por tráfico de drogas. O comparsa mineiro também já havia sido preso pelo cultivo de cannabis, tendo um processo penal em curso.

Outras duas pessoas também foram encaminhadas à delegacia para prestarem depoimento. Elas residem em uma outra casa no mesmo lote e a polícia investiga se eles também têm envolvimento com a atividade ilícita.

Produção e comercialização da droga

Segundo as investigações realizadas pela Polícia Civil, a região de São Tomé das Letras possui clima propício para o cultivo da droga. Se aproveitando disso, o grupo plantava mais de 20 tipos diferentes de sementes e produzia um tipo de droga mais puro e elitizado, tendo turistas de todo o brasil como público-alvo.

A droga era comercializada por preços que variavam de R$ 30 a R$ 100 o grama, totalizando uma média de R$ 30 mil a R$ 100 mil o quilo. Cada semente para plantio tinha um valor médio de R$ 100.

A polícia segue com investigação para encontrar possíveis outros envolvidos e entender o sistema de comércio e tráfico deles, que ainda pode contar com a participação de outros grupos com práticas semelhantes.

Fonte: Guilherme Carneiro – MSN

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