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Moradores de Socorro têm casas depredadas e roubadas mais uma vez em Barão de Cocais, em MG
Publicado em 18/06/2020 18:06

Na última invasão, os bandidos levaram uma motocicleta, uma bicicleta, uma bomba de aplicar veneno, uma chapa de aço de cozinha e roupas de cama.

(Foto: Elida Geralda Couto/Arquivo pessoal)

Moradores da Comunidade de Socorro tiveram casas depredadas e roubadas mais uma vez em Barão de Cocais, na Região Central de Minas Gerais. Os imóveis foram deixados pelos proprietários por causa do alerta de risco de rompimento da barragem Sul Superior da Mina Gongo Soco da Vale.

A analista administrativa Elida Geralda Couto, de 33 anos, foi uma das que tiveram a casa invadida. Ela foi ao local nesta quarta-feira (17) para avaliar os prejuízos.

“A gente não sabe quando vai voltar para casa. Estou achando tudo muito moroso”, disse Elida que está fora de casa há quase um ano e meio.

Ainda segunda a moradora, os roubos acontecem desde março do ano e 90% das casas da comunidade já foram roubadas.

Na última invasão na propriedade dela, Elida disse que os bandidos levaram uma motocicleta, uma bicicleta, uma bomba de aplicar veneno, uma chapa de aço de cozinha e roupas de cama. Na outra invasão, os ladrões roubaram uma roçadeira, um micro system e um cofre com moedas.

A analista administrativa disse que tem consciência que câmeras foram instaladas na tentativa de dar mais segurança ao lugar, mas que a Vale adotou somente está estratégica depois de comprar algumas propriedades na comunidade.

“O meu pai demorou mais de 40 anos para adquirir o patrimônio. Tem um carro acabando, muito mato”, reclamou.

Elida disse que mora na cidade em uma casa alugada pela Vale com o pai, de 65 anos, a mãe, de 64, e uma tia, de 82 anos, que tem mal de Alzheimer.

Ela ainda reclamou que animais como cavalo, vaca, boi, égua, cachorro e galinhas estão sob a guarda da mineradora.

“Eu só consegui pegar um cachorro e no período de quarentena eu não consigo ver os animais”. Ela comentou que conseguiu apenas pegar um cão.

O que diz a Vale

Em nota, a Vale informou que mantém postos de vigilância 24 horas impedindo o acesso pelas principais vias nos locais evacuados, onde o trânsito de pessoas é proibido, por se tratar de Zona de Autos salvamento (ZAS), além de patrulhas ao longo do perímetro.

Ainda segundo a mineradora, também foram feitas barreiras nos acessos secundários. Além disso, como ação complementar, foram instaladas câmeras no entorno, visando identificar possíveis invasões. Quando é visualizada alguma invasão, a Polícia Militar é imediatamente comunicada.

Ainda de acordo com o comunicado, os atingidos que tenham interesse na solução consensual para indenização por danos materiais e morais, em razão da evacuação da barragem Sul Superior, podem procurar a Central de Atendimento, por meio do telefone gratuito 0800 031 0831. Todos os casos são tratados individualmente, respeitando as necessidades e peculiaridades de cada requerimento.

Outro caso

No ano passado, os imóveis foram invadidos em Socorro. Fotos enviadas por uma moradora mostram uma porta quebrada pelos criminosos e quartos completamente revirados.

Os imóveis ficam na área interditada por conta do alerta de risco de rompimento.

Retirada

No dia 8 de fevereiro, a Agência Nacional de Mineração (ANM) determinou a retirada de 239 pessoas das comunidades de Socorro, Tabuleiro e Piteiras.

Os moradores saíram de casa por volta de 1h, após sirenes serem acionadas. De acordo com a Vale, a consultoria Walm negou a Declaração de Condição de Estabilidade da estrutura.

A partir daí, a mineradora começou a executar o nível 1 do Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração. Já a Prefeitura de Barão de Cocais disse que a ANM ampliou para o nível 2, mais próximo da possibilidade de rompimento. A produção de minério de ferro da mina de Gongo Soco está paralisada desde abril de 2016, disse a Vale.

Fonte: Alex Araújo, G1 Minas

Foto: Elida Geralda Couto/Arquivo pessoal
Foto: Elida Geralda Couto/Arquivo pessoal
Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal
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