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IPSM foi tema de reunião entre Entidades de Classe e parlamentares
Publicado em 22/04/2020 16:04

Em Minas Gerais os militares estão sofrendo com decisões impensadas do governador que estão abalando o moral da tropa

Na última segunda-feira, 20 de abril, o diretor administrativo do Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CSCS PM/CBM-MG), Sargento Oliva, representando o presidente Cabo Coelho, participou de uma reunião com parlamentares e demais Entidades de Classe para debater sobre a contribuição do Estado (parte patronal) para o Instituto de Previdência dos Militares Mineiros (IPSM), que está prestes a ser banida, de cordo com a lei federal 13.954/19, que tramitou em Brasília e já tem desde o dia 18 de abril o parecer elaborado pela Advocacia Geral do Estado (AGE).

 

De acordo com o texto, o Estado não está mais obrigado a repassar as obrigações patronais prevista na lei estadual 10.366/90 e sugere ao governo a cobrança da contribuição da saúde dos militares ativos, inativos, seus dependentes e pensionistas através de decreto a ser editado pelo Governador, com alíquotas de 3% sobre o vencimento básico dos militares e pensionistas e mais 2 % por cada dependente.

 

“Esta medida põe em risco o nosso IPSM, que foi criado e pensado para atender a família dos militares mineiros. Para chegarmos ao patamar de atendimento à saúde que temos hoje, foi necessário muito trabalho. É um direito que adquirimos que oferta tranquilidade para todos os militares que saem de casa pela manhã sem saber se vão retornar para suas famílias no fim do dia. É como se fosse um legado que podemos deixar para as nossas famílias, diante da atividade de risco que exercemos”, esclareceram o presidente Cabo Coelho e o diretor do CSCS Sargento Oliva.

 

Portanto, precisamos permanecer vigilantes e unidos. Os representantes de classe já encaminharam um ofício ao Governador exigindo o respeito e atenção. Neste momento pedimos aos Comandos da PM e CBM que intermediam junto ao governo e unidos às Entidades de Classe e Deputados impeçam que esta mazela prossiga.

Fonte: (Comunicação CSCS PM/CBM-MG)

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