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Enfermeiro é preso suspeito de vender linhas chilenas no Sul de Minas
Publicado em 29/07/2019 13:07

As linhas foram apreendidas com o enfermeiro, que é servidor do município.

(Foto: PMMG / Divulgação)

Uma pessoa que deveria se preocupar com a saúde da população acabou detida por supostamente comercializar um produto que pode ferir e até matar pessoas, no último sábado (27), em Poços de Caldas, no Sul de Minas. Um enfermeiro, funcionário público do município, foi detido e multado durante uma operação de combate ao uso de linhas cortantes. Ele é suspeito de vender dezenas de carretéis da perigosa linha chilena.

As informações da Guarda Municipal da cidade apontam que se tratou de uma operação conjunta com a Polícia Militar (PM), deflagrada após várias solicitações telefônicas dando conta sobre o uso destes materiais.

No bairro Monte Verde, os militares conseguiram abordar algumas pessoas, que foram orientadas sobre a proibição do uso destas linhas e seus riscos para a vida de pessoas e animais.

Além disso, com o enfermeiro, que não teve a idade divulgada pela corporação, foram apreendidas aproximadamente 58 carretilhas da linha e R$ 245, possivelmente provenientes do comércio das mesmas.

Além de ser conduzido para a delegacia por venda ilegal, o servidor público acabou multado em R$ 1.700, segundo a Guarda Municipal. A reportagem tentou contato com a Prefeitura de Poços de Caldas, porém, ninguém foi localizado para comentar a detenção do funcionário.

Linha mortal

A linha chilena é vinte vezes mais cortante que um bisturi. Ela é tão potente pois recebe camadas de óxido de alumínio. Assim como o cerol, a linha chilena foi proibida há 17 anos em Minas Gerais.

A lei, de julho de 2002, prevê multa para quem portar o material. Além disso, segundo a Polícia Civil, o Código Penal qualifica o uso como crime passível de prisão.

Fonte: José Vítor Camilo – Hoje Em Dia

Foto: PMMG / Divulgação
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