Home | Plataforma CSCS | Webmail | Documentos | Dúvidas Frequentes | Facebook | Instagram | Fale Conosco
HOME | INSTITUCIONAL | ASSOCIE-SE JÁ! | SERVIÇOS OFERECIDOS | HOTÉIS DE TRÂNSITO | REGIONAIS | POUSADAS | CASA DE APOIO | PROTEÇÃO AUTOMOTIVA | JURÍDICO | FALE CONOSCO | CSCSTV (vídeos)
img

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

img

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Nome:
Email:
Confirme seu cadastro:
Nome:
(DDD)
Confirme seu cadastro:
Bombeiros ainda fazem buscas em Brumadinho, cinco meses após rompimento de barragem
Publicado em 25/06/2019 15:06

Segundo o último balanço, 246 corpos já foram resgatados, com apoio de trabalho de inteligência, e 24 pessoas continuam desaparecidas.

(Foto: Túlio Santos/EM/D.A Press - 5/5/19)

O trabalho exaustivo dos resgatistas que atuam em Brumadinho completa cinco meses nesta terça-feira (25). Em 25 de janeiro, a barragem B1 da Mina Córrego do Feijão se rompeu, liberando 10 milhões de metros cúbicos de rejeitos e causando destruição e mortes nas áreas próximas à estrutura. O último balanço divulgado pelo Corpo de Bombeiros aponta que 246 corpos foram encontrados e 24 pessoas ainda estão desaparecidas.

É por essas 24 famílias que os bombeiros ainda atuam na região. Em média, 150 agentes trabalham diariamente, durante dia e noite, à procura das vítimas do maior desastre humano da mineração no país. Quando a barragem se rompeu, esse número margeava os 400, abrangendo socorristas mineiros e de outros estados.

Com o passar dos meses, o rejeito se secou e nadar na lama – método que chamou a atenção de todo o mundo na época – já não é mais tão eficaz quanto no início das buscas. Atualmente, diferentemente do que se via nos primeiros dias após o colapso da barragem, as buscas dependem muito mais de máquinas pesadas, que dão suporte na remoção do minério e facilitam a chegada dos agentes a locais inacessíveis.

Mesmo assim, em cada escavadeira, há um militar ao lado da cabine do condutor, que verifica o terreno visualmente. Caso nenhum segmento corpóreo seja localizado, o rejeito é levado para um local dentro da mina do Córrego do Feijão. Lá, depois de seca, a lama é novamente vistoriada.

Os trabalhos se iniciam todos os dias às 6h e vão até a noite. Em muitos casos, com a ajuda de aparelhos que fornecem iluminação, as buscas se arrastam até as 22h. Com a enorme dificuldade de encontrar fragmentos corpóreos em uma grande área, os bombeiros optam pela estratégia de cruzar dados no serviço de inteligência da força-tarefa.

É no posto de comando que esse trabalho é feito. Lá, os socorristas tentam entender a dinâmica de todo o ocorrido, levantando informações de cada vítima, a partir de seu perfil. Os bombeiros acreditam que esse conjunto de dados pode levar a uma aproximação de onde cada pessoa estava no momento do rompimento da barragem.

De acordo com o porta-voz do Corpo de Bombeiros, tenente Pedro Aihara, esse perfil é composto de informações levantadas com a Vale (proprietária da barragem), sobreviventes da tragédia e familiares dos desaparecidos. Após o traço de cada vítima, os bombeiros verificam onde foram encontradas as outras pessoas que exerciam a mesma função na mina e, assim, direcionam as buscas.

Além disso, os agentes do posto de comando estudam o comportamento do fluxo de lama e por onde o rejeito passou. Para isso, os socorristas comparam a localização original dos piezômetros (instrumentos que medem a pressão na barragem) com a de onde eles foram encontrados. A localização das últimas vítimas só teria sido possível graças ao serviço de inteligência. No início de junho, 130 dias após o colapso, os bombeiros conseguiram localizar um corpo intacto. Cristiano Jorge Dias, de 42 anos, estava entre sete e nove metros de profundidade e, segundo os agentes, não teve seu corpo destruído porque ficou preso em uma pilha de minério. “Foram liberados 10,5 milhões de metros cúbicos e conseguimos encontrar 91% das vítimas, removendo menos de 10% da lama. Isso foi graças ao trabalho de inteligência”, disse o tenente Pedro Aihara. “É o momento de melhorar ainda mais esse trabalho de inteligência. Temos horas e horas de estudo de planejamento, com especialistas e professores de universidades”, completou.

ANIMAIS Os animais são outro ponto essencial no estágio atual das buscas. São eles os responsáveis por detectar a presença de algum segmento depois do processo de “secamento” da lama. É justamente devido a essa importância, que o Corpo de Bombeiros vai adquirir 40 novos cães de salvamento – atualmente, os socorristas mineiros têm menos de 10 animais. No total, 58 cachorros participaram de toda a operação de Brumadinho. Desses, três eram integrantes das tropas israelenses e os demais provenientes de vários estados brasileiros. A nova tropa animal deve ser composta das raças Border Collie, Pastor-Belga de Malinois e Labrador.

Fonte: Pedro Lovisi – Estado de Minas

MAIS NOTÍCIAS
Confira como foi o Dia das Crianças no CSCS

O sábado, 12 de outubro, foi comemorado com muita diversão e alegria pelas crianças que passaram pelo Centro Social dos Cabos e Soldados (CSCS PM/CBM-MG) em BH. Com atividades recreativas e muitas guloseimas, as...Leia mais.

CSCS de Governador Valadares constrói novas churrasqueiras na Sede Campestre

O Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CSCS PM/CBM-MG) regional Governador Valadares, através dos funcionários Fabinho, Elessandro e Sebastião, que tiveram...Leia mais.

II Semana de Integração e Saúde aconteceu no CSCS

O Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CSCS PM/CBM-MG) foi sede da II Semana de Integração e Saúde, organizada pelo Centro de Atividades Musicais da PMMG,...Leia mais.

CSCS participa de 3º Encontro entre Parlamentares e Lideranças no âmbito do Movimento Sou Minas Demais

O presidente do Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CSCS PM/CBM-MG), Cabo Coelho, junto ao diretor administrativo do CSCS, Sgt Oliva, estiveram presentes no 3º Encontro...Leia mais.

Polícia recupera carga roubada de três toneladas de explosivos

(Foto: Divulgação / Polícia Civil)

A Polícia Civil recuperou, na noite desta segunda-feira (23), uma carga de três toneladas de explosivos que havia sido roubada durante manhã, na BR-381,...Leia mais.

VER TODAS AS NOTÍCIAS
Redes Sociais
Centro Social dos Cabos e Soldados PM/CBM-MG - Rua Dom Oscar Romero, nº 500 - Belo Horizonte - Minas Gerais
Central de atendimento ao Sócio cscs@cscs.org.br | Fone Sede Social: (31) 3371-6563
© 2019 | Assessoria de Comunicação - CSCS PMCBM-MG