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Suspeitos de tráfico da Favela Sumaré assumem ponto de droga na UFMG, diz Polícia Civil
Publicado em 03/06/2019 15:06

Ex-aluno de engenharia química criava misturas alucinógenas dentro do laboratório da universidade. Direção não se pronunciou a respeito do fato.

(Foto: Reprodução/ TV Globo)

Suspeitos de tráfico de drogas da Favela Sumaré, na Região Noroeste de Belo Horizonte, assumiram ponto de droga dentro da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de acordo com investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, uma quadrilha foi presa, entre eles, um ex-aluno de engenharia química, suspeito de ser fornecedor de drogas sintéticas de grande poder alucinógeno.

Três foram presos em flagrante e a droga era vendida no Diretório Acadêmico de Filosofia da UFMG – a terceira maior universidade federal do país. A sala tinha até geladeira cheia de cerveja. Outros dois também foram presos na porta da Faculdade de Belas Artes com um quilo de haxixe.

As investigações revelaram que nenhum dos presos era universitário e que são suspeitos de tráfico de drogas de uma das favelas mais perigosas de BH, a Sumaré, que fica bem perto do campus da universidade, na Região da Pampulha.

Os criminosos acreditavam que o lugar seria ideal para a venda de drogas. Eles se passavam por estudantes, tinham livre acesso aos prédios e a sensação de que não eram vigiados.

Philipe Augusto da Silva, o Logaritmo, comandava a boca de fumo. Nas redes sociais, ele ostenta fotos de drogas, armas e dinheiro. Os pedidos chegavam o tempo todo no celular dele.

Em uma mensagem, uma mulher mostra que o ponto era movimentado: "tem uma galera aqui no DA [Diretório Acadêmico] procurando chá".

Chá, segundo a polícia, é maconha. Em outra encomenda, 25 gramas da droga, e pergunta se o preço é R$ 80. Até recrutamento de parceiros para o esquema aparece nas mensagens. "Sabe de ninguém que quer ganhar um dinheiro pra revender pra mim, não?”.

“Os traficantes que lá atuavam encontraram terreno fértil, demanda muito grande, infelizmente de alunos também do campus, pessoas de fora vinham fazer aquisição do entorpecente em razão da área muito grande. A faculdade não consegue fazer policiamento, segurança efetiva que possa inibir essa prática. A gente constatou que infelizmente o campus estava sendo usado como uma boca de fumo mesmo”, disse o delegado Júlio Wilke.

Trocas de mensagens entre Logaritmo e um ex-estudante de engenharia química da UFMG revelam um esquema bem mais sofisticado de tráfico na universidade.

As drogas sintéticas, como ecstasy e LSD, eram comercializadas por quem conhecia bem as técnicas para fazer as misturas alucinógenas.

Em uma conversa, Logaritmo encomenda “4#" - hashtag significaria ecstasy. Quem responde é Matheus Lopes Ângelo, o Matchola. "Levo pra você hoje". Ele ainda garante a qualidade do produto. “Vou pegar hoje, novo lote. Tenho só do anterior, que está show também".

No celular de Matchola, os investigadores encontraram pedidos de várias pessoas, que queriam drogas personalizadas.

O rapaz pede uma droga com especiarias para dor, pede maconha e diz que está ligando por indicação. No final, pergunta se tem problema falar por SMS de WhatsApp.

“As investigações... constam nas peças da investigação vários pedidos especiais de drogas. Os usuários descrevem para o Matheus Lopes Ângelo que é um traficante especialista em produzir drogas com efeitos especiais à vontade do interessado. Tal como você encomendaria um café com sabor especial, o usuário entra em contato com ele e pede uma droga especial”, explicou o delegado Rodolpho Tadeu Machado.

Amigos de Matchola, que são usuários, também estão sendo investigados. A declaração de um deles chamou a atenção da polícia: as drogas sintéticas eram produzidas na universidade.

Matheus Lopes Ângelo afirma que trancou a graduação em química na UFMG no oitavo período, no ano passado. Também diz que é formado como técnico em química industrial, que trabalhou em uma grande empresa e que é fluente em inglês e alemão.

Relatórios e investigações anteriores dão conta de que Matchola é um narcotraficante de renome, que vendia drogas também fora dos muros da UFMG, em eventos em Belo Horizonte e na Região Metropolitana.

“As investigações estão mostrando que desde o ano passado há sim uma fragilidade no controle de pessoas dentro da UFMG, tanto que já foi preso um químico que usava os laboratórios de química da UFMG, e, neste caso específico, todos os elementos de convicção apontam que sim, que realmente há o uso do laboratório dentro da universidade federal. Todavia, nós vamos trabalhar juntos para esclarecer todos os pontos exatamente”, completou Machado.

Matchola e os outros homens presos dentro da UFMG, entre eles, o Logaritmo, estão detidos preventivamente, segundo a polícia. A reportagem não conseguiu localizar os advogados dos envolvidos.

Em nota, a administração central da universidade e a diretoria da unidade acadêmica da UFMG informaram que estão em contato com as autoridades para acompanhar o processo de apuração dos fatos e avaliando providências.

A UFMG informou ainda que não pactua com práticas ilegais e que ferem a dignidade humana. Disse, também, que Matheus Lopes Ângelo e um outro químico, já condenado por tráfico de drogas, tiveram suas matrículas ativadas no sistema da instituição, mas não concluíram suas respectivas formações. Os dois estavam desligados da universidade no momento das prisões. Sobre o uso do laboratório de química, a universidade não se pronunciou.

Fonte: Cristiane Leite, Fernando Zuba e Naiana Andrade - TV Globo

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