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Quatro promotores de festa são presos em BH suspeitos de vender drogas sintéticas em raves
Publicado em 28/05/2019 16:05

Suspeitos presos em BH integrariam organização criminosa de Goiás e Distrito Federal. Além das drogas, polícia encontrou munição e caderno com anotações financeiras sobre o tráfico.

(Foto: Malú Damázio / Hoje em Dia)

Quatro pessoas foram presas em Belo Horizonte na manhã desta segunda-feira (27), suspeitas de participar de uma rede interestadual de tráfico de drogas sintéticas em festas de música eletrônica, as raves. Três empresários do ramo de organização de eventos e a esposa de um deles, que está grávida, foram os alvos da operação da Polícia Civil (PC) em Minas Gerais. No total, 22 mandados de prisão e outros 28 de busca e apreensão foram cumpridos em todo o país.

O grupo integraria uma organização criminosa que atua no Distrito Federal e em Goiás e estava tentando se estabelecer em Minas. O principal alvo e a esposa dele se mudaram para o bairro Caiçara, em Belo Horizonte, no fim do ano passado e teriam se associado aos outros dois suspeitos para comercializar os produtos.

Na casa de um deles, no bairro Padre Eustáquio, região Oeste da Capital, a polícia encontrou dois sacos com cerca de 300 comprimidos de ecstasy, além de munição. A substância era vendida nas festas de música eletrônica promovidas pelo próprio grupo, que é suspeito de envolver, inclusive, motoristas de aplicativos de transporte na distribuição das drogas, conforme o delegado da Coordenação Especial de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e aos Crimes Contra a Administração Pública (Cecor), da PCDF, Rodney Martins Farias.

“Esse grupo tem histórico de vendas de drogas sintéticas. Eles trabalham com festas eletrônicas, que é a desculpa que usam como profissão, e aproveitam o grande público para vender os comprimidos. Os suspeitos alegaram ser usuários do ecstasy, mas o número de unidades encontrado na investigação prova o contrário”, afirma o delegado. Rodney Farias não informou o nome e a capacidade de público dos eventos realizados pelos presos.

Jurado de morte

Apontado como chefe da organização no Estado, um dos homens alegou não ser o dono dos comprimidos de ecstasy apreendidos. Ele e a esposa teriam vindo para Minas, porque o suspeito teria sido jurado de morte em Goiás. Na casa dele, a polícia encontrou um caderno de contabilidade, que supostamente teria as anotações do dinheiro ganho com o tráfico.

“Eu só organizo festa e por isso ameaçaram me matar lá em Goiás. Me torturaram e me bateram depois de uma rave e falaram que era para eu ir embora. Não sou traficante. Ainda prenderam minha esposa porque uso a conta dela para pagar os músicos, DJs e fornecedores dos eventos”, diz o homem, que não quis se identificar.

Fonte: Malú Damázio – Hoje Em Dia

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