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Operação no combate à sonegação de impostos no comércio de grãos prende suspeitos em Unaí e Contagem
Publicado em 27/11/2018 15:11

Esquema criminoso teria movimentado mais de R$ 1 bilhão por ano em notas fiscais frias.Noves pessoas foram presas.

(Foto: Divulgação / Receita Federal)

A Operação batizada de Ceres, realizada pelas Polícias Civil e Militar junto ao Ministério Público Estadual, a Receita Estadual de Minas Gerais e a Receita Federal cumpriu, nesta terça-feira (27), 22 mandados de prisão e 44 mandados de busca e apreensão nas cidades de Unaí, Paracatu, Guarda-Mor, Belo Horizonte e Contagem, além de Formosa, em Goiás, e São Paulo, capital.

Até a tarde desta terça-feira (27), noves pessoas foram presas em Unaí (6), no Noroeste de Minas, e em Contagem (3), na Região Metropolitana de Belo Horizonte, acusadas de sonegação de impostos na comercialização de grãos, que soma R$ 250 milhões. Um empresário preso em Unaí chegou a jogar um notebook na piscina, receoso do mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça. O equipamento foi recuperado pela polícia e apreendido.

As investigações para combater fraudes na comercialização de grãos, apontam a participação de produtores rurais, contadores, operadores de empresas de fachada e empresários, esquema estes que, segundo a Receita Estadual, movimentam mais de R$ 1 bilhão por ano em notas fiscais frias.

“As chamadas “empresas noterias” emitiram milhares de documentos fiscais ideologicamente falsos, com a indicação indevida do nome de terceiros, para ocultar a real identidade dos produtores rurais. Dessa forma, os verdadeiros produtores conseguiam vender a produção de grãos sem serem identificados, fato que lhes permitiam ocultar da fiscalização federal e estadual todo o lucro auferido nas vendas intermediadas pelas empresas de fachada com a indústria nacional”, explicou o MP ao G1.

Além da sonegação do Imposto de Renda (IR), do PIS/Cofins e do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) devidos à União, o esquema criminoso causou um prejuízo aos cofres públicos superior a R$ 250 milhões, pelo não pagamento do ICMS incidente nas operações. Doze pessoas foram presas, computadores e documentos foram apreendidos e serão periciados.

Fonte: Lana Ávila da Comunicação CSCS PM/CBM-MG com informações da Receita Estadual

Foto: Divulgação / Receita Federal
Foto: Divulgação / Receita Federal
Foto: Divulgação / PCMG
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