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Treinamento para atender vítimas de tragédias relembra queda do viaduto Guararapes, em BH
Publicado em 12/11/2018 14:11

Participaram cerca de 200 pessoas, entre universitários, professores, médicos e equipes do Samu e Corpo de Bombeiros.

(Foto: Reprodução / TV Globo)

Alunos de uma faculdade particular de Belo Horizonte participaram, neste sábado (10), de um simulado de atendimento a vítimas de queda de viaduto. A ação relembrou a queda do Viaduto Batalha dos Guararapes, que deixou dois mortos em 2014, mas não foi realizada no mesmo local. Participaram universitários da área da saúde, professores, médicos e membros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros.

Foi simulado o resgate das vítimas da queda do Guararapes, que aconteceu durante a Copa do Mundo. Na época, a alça que desabou na Avenida Pedro I atingiu um micro-ônibus, um carro e dois caminhões; além dos mortos, 23 pessoas ficaram feridas.

Dois meses depois do desastre, no dia 14 de setembro de 2014, o que sobrou do viaduto foi implodido. Até hoje, o caso corre na Justiça, sem uma solução.

De acordo com a Faculdade de Minas (Faminas), uma vez por é feito um simulado de atendimento às vítimas de grandes catástrofes. O projeto é do laboratório de Treinamento e Simulação Realística (Simulab), em parceria com o departamento de extensão. Neste ano, foi realizado no bairro Juliana, na Região Norte.

Investigação

As investigações da Polícia Civil concluíram que "a queda foi consequência do desprezo às normas mínimas de segurança, que o desabamento era previsível e se tornou iminente quando se constatou a dificuldade de retirada do escoramento da construção". Para o Instituto de Criminalística da Polícia Civil, teve erro de cálculo - faltou ferragem nas estruturas que sustentavam o viaduto.

A polícia indiciou 19 pessoas - onze dos indiciados se tornaram réus e respondem pelos crimes de desabamento doloso - quando há intenção de matar, e por lesão corporal. Eles são das empresas Consol, autora do projeto; Cowan, que executou; e da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) - órgão da Prefeitura responsável pela fiscalização da obra. O então prefeito na época, Marcio Lacerda (PSB), não foi responsabilizado.

Neste sábado (10), o ex-prefeito Marcio Lacerda divulgou nota dizendo que sempre colaborou com as investigações em todas as instâncias para que os responsáveis por aquela tragédia sejam punidos e que as vítimas sejam devidamente indenizadas, assim como o município de Belo Horizonte seja ressarcido dos seus prejuízos.

Quatro anos da queda

Em 3 de julho de 2018, a queda do Viaduto Batalha dos Guararapes completou quatro anos. De acordo com o Fórum Lafayette, a Justiça aguarda alegações finais dos advogados para proferir a sentença.

O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que as empresas responsáveis pela obra devolvessem os R$ 13 milhões que receberam para construir o viaduto. Houve divergência de valores entre empresas e a Prefeitura de Belo Horizonte e, por isso, o documento não havia sido assinado.

Fonte: MG1 — Belo Horizonte

Foto: Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo
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