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Entenda como funcionava o esquema investigado na Operação Capitu
Publicado em 09/11/2018 13:11

As investigações apontam o envolvimento de empresa de processamento de proteína animal, duas redes de supermercados de Minas e agentes públicos e políticos.

(Foto: Divulgação / Polícia Federal)

A operação batizada de "Capitu" deflagrada pela Receita Federal, em parceria com a Polícia Federal, nesta sexta-feira (9), para desarticular uma organização criminosa que atuava na Câmara dos Deputados e no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), investigou um esquema de corrupção colocado em prática entre agosto de 2014 e fevereiro de 2015.

A ação, que é um desdobramento da Operação Lava Jato, prendeu o vice-governador de Minas e ex-ministro da Agricultura, Antônio Andrade (MDB) e o deputado estadual reeleito João Magalhães (MDB), além do empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS. Duas grandes redes de supermercados de Minas, por meio de seus diretores, também estão envolvidas no esquema e foram alvos de busca e apreensão.

Com base em informações da Polícia federal, entenda como funcionou o esquema investigado pelo Operação Capitu:

– A PF apurou a atuação de uma organização criminosa na Câmara dos Deputados e no MAPA, integrada por empresários e executivos de um grande grupo empresarial do setor de processamento de proteína animal.

– Esse grupo dependia de normatizações e licenciamentos do MAPA e teria passado a pagar propina a funcionários do alto escalão do Ministério em troca de atos de ofício, que proporcionariam ao grupo a eliminação da concorrência e de entraves à atividade econômica, possibilitando a constituição de um monopólio de mercado.

– As propinas eram negociadas, geralmente, com um deputado federal e entregues a agentes políticos e servidores do MAPA pelo operador Lúcio Bolonha Funaro.

– Entre os atos de ofício praticados por servidores do MAPA destacam-se a expedição de atos normativos, determinando a regulamentação da exportação de despojos; a proibição do uso da ivermectina de longa duração; e a federalização das inspeções de frigoríficos.

– As doações irregulares da empresa de processamento de proteína animal eram repassadas às redes varejistas de Minas, a escritórios de advocacia e agentes do MAPA.

– O dinheiro era repassado pelas redes varejistas a partidos e políticos por meio da simulação de recebimento de duplicatas pela grande empresa de processamento de proteína animal e pela transferência financeira a escritórios de advocacia por serviços, supostamente não realizados, acobertados por contratos simulados e notas fiscais de tais escritórios.

– As investigações indicaram também um esquema de pagamento de vantagens indevidas a altos dirigentes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por parte da grande empresa do ramo alimentício, com a produção de legislação e atos normativos que beneficiavam a essa grande empresa.

– Nesta sexta-feira (9), foram cumpridos 63 mandados judiciais de busca e apreensão e 19 mandados de prisão temporária, todos expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Foram mobilizados 310 policiais federais nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Paraíba e no Distrito Federal.

Fonte: Redação O Tempo

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