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Empresário dono de R$ 14 milhões falsos encontrados com policiais de SP tem alta em MG e é preso
Publicado em 23/10/2018 12:10

Antônio Villela foi baleado durante troca de tiros em estacionamento de hospital em Juiz de Fora; ele está no Ceresp. Um policial civil morreu na última sexta (19) e outros ficaram feridos.

(Foto: Reprodução / TV Globo)

O empresário mineiro Antônio Villela, ferido durante troca de tiros entre policiais de Minas Gerais e São Paulo, teve alta do hospital e foi encaminhado ao Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) de Juiz de Fora.

Ele é dono de R$ 14 milhões em notas falsas encontrados nos carros dos policiais civis e foi autuado por tentativa de estelionato. Em 2009, Villela já tinha sido preso por falsificação de dinheiro.

A troca de tiros ocorreu na última sexta-feira (19) e deixou um policial mineiro, de 37 anos, morto no estacionamento do prédio anexo do Hospital Monte Sinai, em Juiz de Fora.

Dois delegados e dois investigadores de São Paulo também foram presos e levados para a Penitenciária Nelson Hungria, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Neste domingo (21), a Justiça mineira converteu a prisão temporária deles em prisão preventiva. Um homem, de 42 anos, também foi atingido por vários disparos de arma e está internado no Hospital Monte Sinai. Ele também teve a prisão convertida para preventiva.

Segundo a Polícia Civil, eles e outros quatro policiais paulistas escoltavam um empresário que pretendia fazer uma negociação com Villela. Flávio de Souza Guimarães é dono de uma empresa de segurança e, segundo o advogado de defesa, vai se apresentar na tarde desta segunda-feira (22) à Corregedoria da Polícia Civil paulista. No dia da troca de tiros ele voltou para São Paulo de avião.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Juiz de Fora, ao mesmo tempo que a corregedoria da Polícia Civil em Belo Horizonte apura a conduta dos policiais.

Dinheiro falso

Na manhã de sábado (20), a Polícia Civil de Juiz de Fora informou que foram apreendidos cerca de R$ 14 milhões nos carros do grupo de São Paulo.

Segundo o Registro de Eventos de Defesa Social (Reds), as malas estavam em dois carros localizados no subsolo do estacionamento, um deles com uma mala e um colete balístico; as outras seis contendo o dinheiro estavam em outro veículo.

Crimes

O Superintendente de Investigação de Polícia Judiciária, Carlos Capistrano, explicou que os seis envolvidos presos vão responder por homicídio, tentativa de estelionato, lavagem de dinheiro e prevaricação.

Outros três policiais civis de Minas Gerais foram autuados pelo crime de prevaricação, que segundo o Código Penal, é "retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal". A pena é de três meses a um ano detenção e multa. Eles respondem em liberdade.

Tiroteio no subsolo do estacionamento

As equipes policiais foram acionadas após informações de um tiroteio no estacionamento no subsolo do prédio anexo do Hospital Monte Sinai por volta das 16h. No local, a PM encontrou o investigador Rodrigo Francisco morto.

Durante o registro da ocorrência, houve uma confusão na viatura da Polícia Civil de Juiz de Fora porque alguns dos agentes de São Paulo não queriam entregar as armas.

Após ser velado, o corpo do policial civil morto foi sepultado no Cemitério Municipal de Juiz de Fora. Ele deixa esposa e uma filha de cinco anos.

Fonte: Rafael Antunes, G1 Zona da Mata

Foto: Reprodução / TV Globo
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