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Empresário envolvido em tiroteio entre policiais de SP e Minas vai se apresentar à Corregedoria, diz advogado
Publicado em 22/10/2018 14:10

Flávio de Souza Guimarães é dono de uma empresa de segurança que teria feito “escolta VIP” para trocar dólares por reais com empresário em Juiz de Fora. Um agente mineiro morreu.

(Foto: Reprodução / TV Globo)

O empresário envolvido no tiroteio entre policiais civis de São Paulo e de Minas Gerais em Juiz de Fora, no fim de semana, vai se apresentar na tarde desta segunda-feira (22) à Corregedoria da Polícia Civil paulista, informou seu advogado.

Segundo as investigações, Flávio de Souza Guimarães contratou policiais para fazerem uma escolta para que ele pudesse trocar dólares ilegalmente na cidade mineira.

Os policiais civis envolvidos no foram transferidos para Contagem, na Grande Belo Horizonte, neste domingo (21). Dois delegados e dois investigadores de São Paulo tiveram a prisão temporária convertida para preventiva e foram encaminhados à Penitenciária Nelson Hungria.

Cerca de R$ 15 milhões foram apreendidos nos carros do grupo. Parte das notas era falsa. Outros dois policiais foram liberados porque não estavam na hora do tiroteio. Para o Ministério Público, os policiais sabiam que haveria uma troca de dinheiro.

Empresário fazia “escolta VIP”

Nas redes sociais, o empresário Flávio de Souza Guimarães se apresenta como diretor de uma empresa que atua em diversos ramos que vão do agronegócio ao setor de infraestrutura.

Segundo a polícia, depois do tiroteio na sexta-feira (19), ele deixou Juiz de Fora em um avião particular em direção ao Aeroporto Campo de Marte, na Zona Norte da capital paulista. Essa foi a última informação sobre o paradeiro dele.

A Justiça proibiu Flávio de deixar o país. Segundo a polícia, o advogado já avisou que ele deve se apresentar na tarde desta segunda para prestar depoimento.

Histórico do caso

Segundo a investigação, Flávio saiu de São Paulo para Juiz de Fora na sexta-feira com 12 pessoas -- entre elas nove policiais civis e Jerônimo da Silva Leal Júnior, que é dono de uma empresa de segurança com sede na capital.

De acordo com os relatos que constam do processo, se tratava de uma "escolta VIP" com o objetivo de trocar dólares por reais com o empresário mineiro Antônio Vilela, que também estaria sendo escoltado, mas por policiais civis mineiros. O encontro foi no estacionamento de um hospital particular.

Segundo a investigação, os tiros começaram por causa de um "desacerto", quando foi detectado que a maior parte do dinheiro, equivalente a R$ 14 milhões, era falsa.

As câmeras de segurança registraram os momentos de tensão. No tiroteio, o policial civil de Minas Rodrigo Francisco morreu baleado. O empresário Jerônimo Leal Júnior, dono da empresa de segurança, também foi atingido e está internado em estado grave e sem previsão de alta no hospital Monte Sinai, em Juiz de Fora.

O doleiro Antônio Vilela levou um tiro no pé. Ele teve alta na noite de domingo (21) e foi direto para o Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp). A suspeita inicial é a de que Jerônimo, que estava com a mala de dinheiro falso, atirou no policial, que revidou. A Justiça diz, porém, que só a perícia em todas as armas poderá esclarecer quem atirou primeiro.

Crimes

O Superintendente de Investigação de Polícia Judiciária, Carlos Capistrano, explicou que os seis envolvidos vão responder por homicídio, tentativa de estelionato, lavagem de dinheiro e prevaricação.

“Quatro policiais civis do estado de São Paulo vão responder por lavagem de dinheiro. Um dos autores que está no hospital em estado grave, está sendo autuado pelo crime de homicídio consumado. O outro, que também estava na cena do crime, é o proprietário do dinheiro, [responde] pelo estelionato tentado”, disse.

Outros três policiais civis de Minas Gerais foram autuados pelo crime de prevaricação, que é "retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal". A pena é detenção de três meses a um ano, além de multa. Eles respondem em liberdade.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que aguarda a apuração do caso e que se comprovados os desvios de conduta, os policiais envolvidos responderão administrativa e criminalmente, de acordo com os atos praticado por cada um.

Fonte: Giba Bergamim e Larissa Zimmermann, SP1 — São Paulo e Juiz de Fora

Foto: Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo
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