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PF desarticula quadrilha que fraudava benefício do abono salarial
Publicado em 01/10/2018 11:10

Golpistas enviavam informações falsas de empresas e conseguiam gerar cerca de 28 mil vínculos de emprego que não existiam. Esses vínculos eram usados para saque fraudulento de um salário mínimo para cada registro.

(Foto: Divulgação / Polícia Federal)

A Polícia Federal (PF) em Minas Gerais descobriu um esquema de fraudes no Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) por meio de saques criminosos do benefício do abono salarial e lançou na manhã desta segunda-feira uma operação para desarticular um grupo de golpistas. Estão sendo cumpridos 44 mandados judiciais nas cidades de Grão Mogol e Itacarambi (Norte de Minas), Corinto (Região Central), além de Contagem, Ribeirão das Neves, Santa Luzia, Esmeraldas, Juatuba e Brumadinho (na Grande BH) e Belo Horizonte.

Dos 44 mandados, 11 são de prisão e 33 de busca e outros assuntos, como bloqueio e indisponibilidade de bens. O prejuízo dado pela quadrilha aos cofres públicos chega a R$ 27 milhões, segundo a PF. De acordo com a corporação, o abono salarial é um benefício destinado aos trabalhadores que estão inscritos no Programa de Integração Social (PIS) há mais de cinco anos e trabalharam com carteira assinada em alguma empresa no ano anterior com renda média de até dois salários mínimos por mês.

Ainda segundo a PF, os fraudadores do abono conseguiram criar cerca de 28 mil vínculos empregatícios declarados de forma criminosa em nove anos por meio de dados de mais de 100 empresas usados indevidamente. A estimativa da PF é que 70% dos nomes de trabalhadores falsos usados para receber o benefício são de pessoas que já morreram. A PF informou ainda que a quadrilha usava um sistema "engenhoso" de fraudes para conseguir emitir o cartão cidadão em nome dos falecidos e assim conseguia sacar o abono nos caixas eletrônicos da Caixa Econômica Federal (CEF).

Fonte: Guilherme Paranaiba – Estado de Minas

Foto: Divulgação / Polícia Federal
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