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Pastor é detido por suspeita de maus-tratos em comunidade terapêutica
Publicado em 01/10/2018 11:10

Segundo a polícia, internos afirmaram que eram ameaçados com arma; um dos pacientes contou ter ficado três dias capinando sem beber água.

Um pastor, de 43 anos, foi conduzido à delegacia, nesse domingo (30), após ser alvo de denúncias de maus-tratos em uma clínica de reabilitação de dependentes químicos de São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com o boletim de ocorrência da corporação, militares faziam patrulhamento de rotina no bairro Primavera quando se depararam com um jovem. Durante as buscas, nada de ilícito foi encontrado, mas, em conversa com os militares, ele contou que fazia tratamento na comunidade terapêutica Restaurando Vidas, que tinha saído para fumar um cigarro e estava com medo de voltar ao espaço devido aos maus-tratos sofridos por parte do pastor, responsável pela clínica.

Ainda conforme o jovem, o pastor já havia efetuado disparos na clínica para intimidar os internos, atingindo uma parede.

Os policiais foram até o endereço e conversaram, separadamente, com outros pacientes, que confirmaram as agressões físicas e psicológicas por parte da equipe da clínica.

À Polícia Militar, um dos internos contou que foi amarrado em uma coleira e arrastado como cachorro por um dos funcionários do imóvel. Outro homem disse que foi obrigado a capinar por três dias seguidos sem direito de ao menos beber água e que, durante a situação, outros colegas e o próprio pastor teriam debochado e humilhado dele, filmando tudo.

Outros internos afirmaram que receberam coronhadas nas cabeças, ameaças e que estariam comendo apenas pequenas porções de carne e sopa, sendo que a comunidade recebe doações de outros alimentos, que seriam consumidos pelos funcionários.

Uma sala da comunidade estava trancada no momento da abordagem policial, e o pastor se negou a abrir para os policiais. No entanto, militares conseguiram ter acesso ao cômodo e um deles encontrou no local munições calibre 38 e uma arma.

A prefeitura da cidade e os familiares dos internos foram comunicados da situação. Devido à falta de local seguro para colocar os pacientes no domingo, eles continuaram na clínica sob a responsabilidade de uma funcionária que não foi alvo das denúncias.

O pastor e outros funcionários denunciados foram encaminhados à delegacia da cidade. A reportagem de O TEMPO tentou contato na clínica por meio de um telefone que consta em uma página da comunidade em uma rede social, mas as ligações não foram completadas.

Fonte: Carolina Caetano – O Tempo

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