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Comissão vai apurar novas denúncias envolvendo delegado
Publicado em 06/09/2018 11:09

Requerimentos de visitas e audiências públicas pretendem esclarecer acusações de uso político da Polícia Civil em Minas.

(Foto: Guilherme Bergamini / ALMG)

Após receber documento com denúncias de uso político da Polícia Civil pelo delegado Rodrigo Bossi, responsável pelo Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa, a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta quarta-feira (5/9/18), uma série de requerimentos para apurar o caso.

O primeiro deles, de autoria dos deputados Sargento Rodrigues (PTB), presidente da comissão, e João Leite (PSDB), requer visita à Procuradoria-Geral de Justiça para que sejam entregues as denúncias. Sargento Rodrigues teve aprovado, ainda, requerimento de audiência pública para solicitar providências com relação às mesmas acusações.

O requerimento menciona a abertura de inquéritos policiais em desfavor de adversários políticos, geralmente conduzidos pelo delegado Bossi. Para essa audiência, foi convocado o chefe da Polícia Civil, João Octacílio Neto, com voto contrário do deputado Tiago Ulisses (PV).

Oitivas – O documento recebido pela comissão cita, ainda, encontros do delegado com o publicitário Marcos Valério e o lobista Nilton Monteiro, ambos condenados e presos. Sargento Rodrigues quer esclarecer, em audiência pública, as circunstâncias dessas “reiteradas oitivas” de Bossi com Marcos Valério na sede do Departamento de Homicídios. O deputado salienta que não há qualquer procedimento investigatório que justifique os encontros.

O requerimento menciona que Bossi foi responsável pelo acordo de delação premiada entre a Polícia Civil e Marcos Valério, quando estava à frente do Departamento de Investigação de Fraudes. Mas, para Sargento Rodrigues, o inquérito deve seguir a observância do “delegado natural”, que não é mais Rodrigo Bossi.

O presidente da comissão teve aprovado, ainda, requerimento de visita à Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) de Sete Lagoas (Região Central), para colher informações sobre as constantes saídas de Marcos Valério, como datas, horários e motivação. Pedido de informação com o mesmo teor será enviado à Vara de Execuções Penais da Comarca de Sete Lagoas.

Instauração de inquérito contra policiais será debatida

Outro requerimento de Sargento Rodrigues propõe audiência para debater e solicitar providências quanto à instauração de inquéritos (IPM”s) contra policiais militares que compareceram à manifestação realizada na Praça da Liberdade, em junho.

Segundo o texto, na tentativa de acusar os servidores de crime militar, a PM está “considerando o Palácio da Liberdade, local de trabalho do governador do Estado, como suposto local sob a administração militar”.

O deputado teve aprovado, por fim, requerimento para discutir e solicitar providências em relação à situação de risco de vida a que estão expostos policiais militares destacados para vigilância noturna da sede da Área Integrada de Segurança Pública (Aisp) no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte.

A comissão visitou o local nesta terça (4/9) e apurou que dois policiais fazem a vigilância do prédio, que está desativado e já não funciona como Aisp, em condições insalubres e submetidos a riscos, das 20 horas às 6 horas. “Eles estão vulneráveis e podem ser surpreendidos a qualquer momento”, frisou Sargento Rodrigues.

Vídeo – Um vídeo da visita foi exibido durante a reunião, assim como um vídeo de campanha do governador Fernando Pimentel, de 2014, no qual ele prometia melhorias na segurança, como a contratação de 12 mil policiais e a valorização da categoria.

Sargento Rodrigues salientou que governador não conseguiu, sequer, repor os 7,3 mil policiais que se aposentaram. Quanto à “valorização”, ele citou que a categoria está há quatro anos sem reposição de perdas inflacionárias e há quase três anos com salários parcelados. “Há, ainda, o calote no empréstimo consignado e um rombo no IPSM”, concluiu, referindo-se ao instituto de previdência dos militares.

Fonte: Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais

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