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Idosas de 59 e 65 anos furtam farmácia e são presas no centro de BH
Publicado em 31/07/2018 11:07

As duas senhoras ficaram circulando pelos corredores da loja em atitudes suspeitas e foram flagradas pelas câmeras de segurança.

(Foto: Nelson Batista / O Tempo)

Duas irmãs – donas de casa aposentadas, de 59 e 65 anos – foram presas na manhã dessa segunda-feira (31) furtando um frasco de óleo de coco e outro de óleo amêndoa em uma drogaria na rua Caetés, no centro de Belo Horizonte. Levadas para a Central de Flagrantes (Ceflan) 2, da Polícia Civil, as duas confessaram o crime e alegaram arrependimento.

“Surpreendeu-nos por se tratar de duas senhoras distintas, que conversam bem, até já de idade, bem-vestidas e sem passagem pela polícia. Realmente, acima de qualquer suspeita”, disse o cabo da Polícia Militar (PM) Gutemberg de Oliveira Souza.

A Polícia Civil instaurou um procedimento investigatório e liberou as mulheres. Por pouco, uma delas passaria o aniversário atrás das grades, já que completa 60 anos nesta terça. “O caso será investigado pela delegacia da área”, informou a Polícia Civil.

Procurada por telefone pela reportagem, ela não quis falar. Depois de deixar a delegacia, ela não retornou para casa, no bairro Piratininga, na região de Venda Nova. O filho dela ficou surpreso com a notícia. “Cheguei de viagem e não a encontrei em casa. A aposentadoria dela é pouca, mas ela não tem necessidade disso”, lamentou o filho da suspeita, de 30 anos. A outra idosa, de 65 anos, não foi localizada pela reportagem.

O furto

A PM foi acionada pelo segurança da drogaria. Ele informou que as duas senhoras ficaram circulando pelos corredores da loja em atitudes suspeitas, e as imagens das câmeras de segurança flagraram quando elas pegaram os produtos, colocaram nas bolsas e foram embora.

As duas foram interceptadas dentro de uma loja ao lado. “Elas alegaram que foi a primeira vez que cometeram esse tipo de delito, que foi um momento de fraqueza e que não iriam repetir mais. Ficaram bastante envergonhadas”, conta o cabo. Contudo, segundo o policial militar, as mulheres foram detidas na outra loja na “iminência de praticarem outros furtos”. “Elas não precisam disso, até pelo valor irrisório dos produtos que subtraíram. Fica de lição para as demais pessoas também”, disse o PM.

Os produtos custam R$ 5,49 e R$ 6,49. “Todos os estabelecimentos comerciais do centro têm circuito interno de TV e flagram esse tipo de delito”, alerta.

A Polícia Civil informou que não ratificou o flagrante das mulheres. Um inquérito será instaurado. A pena por furto é de um a quatro anos de reclusão além de multa.

Furtos são frequentes

Pelo menos um furto é registrado por dia nas lojas da rede de drogarias de onde as mulheres pegaram os produtos. “Os furtos são frequentes. Não apenas nas nossas lojas, mas em outras da redondeza. Praticamente todos os dias”, disse o chefe de segurança do estabelecimento, José Carlos Almeida. Segundo ele, os produtos mais visados são desodorantes e xampus.

“Não fiquei surpreso por se tratar de duas idosas. Já estamos acostumados. A maioria que pegamos aqui são idosos. Não é o primeiro, não é o segundo e não é o terceiro caso. São vários. E tem adolescentes também”, afirma. José

Carlos Almeida não acredita que os mais velhos façam isso para chamar a atenção da família. “Acho que é o desejo de cometer o crime mesmo. Não tem justificativa”, avalia.

Idade

A primeira reação das mulheres foi negar o furto. “Negaram até quando mostramos as imagens. Depois, uma delas falou: “Assumo, eu roubei e estou me sentindo muito humilhada, com vergonha, não vou mais cometer esse crime”. A outra falou a mesma coisa. São irmãs, família unida no crime”, disse o chefe de segurança da loja.

“Já falei para todos os fiscais: não tem classe social ou idade para roubar. Desde o pobre ao rico, do jovem ao idoso, todos cometem crime, independente da aparência”, afirmou.

O chefe de segurança da farmácia, José Carlos Almeida, afirma que aciona a PM em todos os casos, por mais que seja irrisório o valor da mercadoria furtada. “Registramos a ocorrência e mandamos para a delegacia. Todas as nossas lojas têm circuito de monitoramento”, disse.

Segundo ele, as duas mulheres tentaram distrair a atenção do fiscal na hora do furto. “Uma pegou o produto, andou um pouco para a frente e voltou. A outra pegou o outro produto e chamou a irmã. O fiscal ficou meio na dúvida, puxou as imagens de segurança e ficou comprovado o furto. As duas foram abordadas na rua, em outra loja, já com outro produto na mão”, informou.

Para José Carlos, mesmo se a mercadoria furtada fosse remédio, o crime não seria justificável. “Já aconteceu de pessoas sem dinheiro aparecerem para comprar um medicamento e o gerente ficou com dó e deu”, conta. (Com colaboração de Nelson Batista)

Fonte: Pedro Ferreira – O Tempo

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